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BOMBEIROS RESGATAM ADOLESCENTES PERDIDOS NO TORORÓ


Depois de mais de 16 horas perdidos em uma mata próxima à cachoeira do Tororó, em São Sebastião, quatro adolescentes entre 13 e 15 anos foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros às 13h desta sexta-feira (16). Segundo os bombeiros, ninguém apresentava ferimentos, mas um dos garotos estava desidratado.
Os adolescentes participavam de uma trilha com um total 28 jovens entre 10 e 16 anos do grupo Desbravadores do Monte, vinculado à Igreja Adventista do Jardim Ingá, no entorno do Distrito Federal. Eles participavam de um acampamento. “Em virtude desse mal-estar que causou, decidimos voltar para casa”, disse o pastor da igreja, Joaquim Rocha.
O chamado ao Corpo de Bombeiros foi feito por um monitor do acampamento às 11h desta sexta, mais de 14 horas após o os jovens se perderem. “Estavam sem lanterna, sem água e sem nenhum suporte para fazer esse tipo de atividade. Questionei [à coordenação do acampamento] por que demoraram a nos chamar, pois não tem nada que impeça a busca de noite, mas não responderam”, afirmou o sargento Alex Maia, bombeiro responsável pela operação de resgate.
De acordo com os bombeiros, os meninos saíram do acampamento, numa chácara particular, para iniciar a trilha às 17h30 desta qunita-feira (15). Eles combinaram de estar de volta às 20h30, horário em que o grupo teria percebido que quatro adolescentes estavam perdidos. Segundo um dos seis monitores que acompanhavam os jovens na trilha, o pedido de socorro “não demorou tanto”.
       “À noite não tinha como acionar o Corpo de Bombeiros, porque eles só fazem resgate durante o dia. [...] A gente já trabalha com os meninos há algum tempo e eles têm noção de primeiros socorros e já estavam voltando para o acampamento quando foram encontrados”, afirmou Pereira. Os adolescentes foram encontrados a dois quilômetros do acampamento.
O sargento responsável pelo resgate afirmou que um dos meninos contou que eles chegaram a se alimentar de uma fruta que encontraram na mata mas que não sabiam o que era. “O mais difícil do resgate foi a falta de informação, pois não sabíamos exatamente para onde eles tinham ido. Numa atividade dessas, é preciso definir uma meta, onde o grupo vai se encontrar. Também é preciso estar acompanhado de pessoas habilitadas pra fazer esse tipo de atividade”, disse Maia.

fonte: G1

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