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SAIBA O PORQUE PRECISAMOS TANTO DE UM DEPUTADO FEDERAL


Rege o art.21 da Constituição Federal , XIV:
Compete à União organizar e manter a polícia civil,a polícia militar e o corpo de bombeiros militar do Distrito Federal, bem como prestar assistência financeira ao Distrito Federal para a execução de serviços públicos, por meio de fundo próprio.”
Ou seja, nossa legislação que trata de plano de carreira e remuneração deve ser tratada toda no Congresso Nacional (Câmara e Senado). Por conta dessas “amarras” temos, quase sempre, dificuldades ingentes na busca de solução para nossas demandas. Soma-se ainda o fato de não podermos nos sindicalizar e fazer greve, além do que o Fundo Constitucional do DF é gerenciado pelo GDF, o que nos distancia ainda mais daquela casa legiferante.
Temos nos apegado tanto à Câmara Legislativa do DF e esquecido que nossa “fada madrinha”, aquela que pode realizar nossos sonhos, está em outro reino encantado. Queremos reajuste, nova lei de vencimentos, reestruturação, ou ainda, a desmilitarização? Então senhores, é na Câmara Federal que devemos ter um parlamentar.
As leis 10.486/02 (lei de vencimentos), 11.134/05 (reajuste e outras alterações) e 12.086/09 (carreira) são leis que tramitaram no Congresso Nacional e com apoio de deputados de outros estados. Ter um parlamentar eleito com nossos votos e conhecedor das demandas da categoria implica na certeza de que nossas questões estão sendo tratadas com respeito aquilo que a categoria quer.
Mas há um grande entrave: a fragmentação dos votos além da disputa injusta com grupos com alto poder de se capilarizarem no processo eleitoral. A revista Super Interessante do mês de julho ( ed.320-julho/2013) trouxe em sua capa o título “Por que nossa política é tão burra?” e nas páginas 40 e 41 elenca as figuras políticas, vejamos:
1.O pequeno cacique- sua família domina a política numa cidade pequena ou média, ou numa área de periferia.
2. O cacique eletrônico- Sua família ganhou uma concessão de TV durante a ditadura ou no governo Sarney.
3. O líder de entidade- É figura-chave num sindicato, federação de indústria, associação comercial ou conselho profissional.
4. O burocrata- Já ocupou um cargo executivo estratégico, como secretário da Educação
5. O pastor político- Usa a estrutura em rede de sua igreja para conseguir votos em todo o Estado.
6. O Zé-ninguém. É o cidadão comum com talento, boas ideias e boas intenções, mas sem base eleitoral. Boa sorte.

Mudanças e conquistas se consolidam com PODER e esse poder será exercido através do nosso voto, elegendo alguém que esteja alinhado com a categoria e conhecedor de nossas necessidades. Se quisermos mudanças, se precisamos de alterações na legislação, afeta à nossa condição ímpar de militares mantidos pela União, então nobres colegas será preciso “enfiar” alguém naquela casa legislativa. Mas, quem? Como, se temos diversos "lideranças". Ao que tudo indica em 2014 seremos Todos contra Todos!

Fonte: Rede Democratica PM-BM

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