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BRASILEIROS COMEÇAM O ANO COM REAJUSTES E FRAUDES EM COMBUSTÍVEIS

Como o consumidor poderá se proteger do cartel e fraudes em combustíveis, se não há como ver e medir a quantidade da gasolina ou etanol que é colocado no carro e a caracterização de cartel?
As quadrilhas de empresários que atuam no mercado de combustível estão cada vez mais sofisticadas. Depois da sonegação fiscal e da ”gasolina batizada”, e denuncia de cartel no Distrito Federal, o brasileiro começou o ano sentindo-se impotente frente aos aumentos e à nova modalidade de golpe comprovada por um programa de televisão. Dessa vez, a irregularidade fere diretamente ao bolso do consumidor, pois as denúncias mostram que bombas de combustível adulteradas forneciam bem menos gasolina ou etanol do que marcavam os mostradores.

Abastecer o carro é mais que simplesmente comprar um produto. Trata-se de uma relação de confiança entre consumidor e comerciante, reciprocidade colocada – mais uma vez – em dúvida frente a mais uma denúncia de crime provocada pela tão temida ”máfia dos combustíveis”.
Sindicatos que representam as categorias envolvidas abominam esse termo, mas como nominar uma gangue que mais uma vez lesa de maneira tão vergonhosa o cliente.
A fraude foi verificada em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Mas não é difícil acreditar que aqui no Distrito Federal, estejamos fora do alvo. No DF, 80% dos postos estão sob a administração de duas empresas. São suspeitas? Não sabemos. Mas, é certo que manipulam os preços dos combustíveis e a inflação na cidade.
O Ministério Público e CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) deveriam agir com mais rigor após identificar a combinação de preços das grades empresas, pois quando é realizada uma reportagem, eles têm tempo mais do que suficiente para apagar as provas da cartelização.
Atuando com a diferença de centavos de um posto para outro. Os órgãos competentes correm contra o tempo para investigar as bombas de combustível. Tarefa nada fácil. Agora, a população torce para que as autoridades competentes consigam provas que levem para a prisão definitivamente donos de postos que pratiquem tais atos.

Voltando a fraude do início, como o consumidor poderá se proteger, se não há como ver e medir a quantidade da gasolina ou etanol que é colocado no carro? Regressamos de novo à relação de confiança entre cliente e donos de postos, mas é preciso que órgãos de fiscalização e a Agência Nacional do Petróleo cumpram o dever de fiscalizar, autuar os infratores e fechar os estabelecimentos irregulares.

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