Header Ads

INVERSÃO DE VALORES: A HIPOCRISIA MIDIÁTICA ESTÁ TRANSFORMANDO POLÍCIA EM BANDIDO E BANDIDO EM VÍTIMA SOCIAL

Já se tornou corriqueiro e quase que normal dentro da sociedade a propagação das ações policiais onde o foco é a quantidade de bandidos mortos e não o quanto essa raça é nociva à sociedade brasileira, a dor que causam na destruição de milhares de famílias e a organização para as suas ações criminosas. A mídia, no seu processo de divulgação, procura colocar aqueles que nos protegem como bandidos e homicidas, como se matassem inocentes pelo mero prazer de ter o sangue derramado em suas mãos, ao passo que transformam os verdadeiros bandidos, esses sim insensíveis, em vítimas sociais.

Inúmeros HERÓIS são mortos diariamente para salvar aqueles que nem mesmo conhecem, mas isso não é assunto para a mídia, pois isso não vende jornal, não dá ibope e não acrescenta à usura financeira que dita as regras hoje. Nosso Brasil está refém da criminalidade e ninguém sabe ou procura saber o quanto os heróis policiais lutam para matar um leão por dia na tentativa de manter a paz dentro da sociedade e na casa de cada cidadão.
Na verdade, o que a mídia e essas organizações de Direitos Humanos, hipócritas e maquiavélicas, fazem questão de enfatizar junto à sociedade é que temos bandidos dentro de fardas que matam indiscriminadamente, como se a corporações fossem formadas por corruptos e assassinos. Não, não são! E jamais podemos esquecer que, Infelizmente, a corrupção vem da natureza humana e que em todas as áreas há quem se corrompa.
Na polícia, a maior entidade do país e presente em todas as cidades do Brasil, não está imune à corrupção, mas não há que se negar que em sua ampla maioria a corporação policial é formada de homens honrados, profissionais dedicados que saem de suas casas a cada nova jornada de trabalho sem saber se voltarão e mesmo assim vão para a guerra, para o front, para o campo de batalha com a missão exclusiva de promover a segurança e a paz social, independentemente de quem esteja do outro lado, aí inclusos até mesmo os que os “crucificam”.
Em um país que tantas pessoas falam mal da polícia, principalmente a imprensa sensacionalista, faço questão de transcrever o comentário do jornalista Alexandre Garcia, que ilustra bem a forma de pensar de grande parte do povo brasileiro:
Manchetes dos jornais aqui do Brasil dizem que em 5 anos a polícia brasileira mata mais que a polícia dos EUA em 30 anos.
Eu não sei porque nós detestamos a polícia. Devemos amar os bandidos, deve ser isso. Adoramos os bandidos e detestamos a polícia, porque a polícia representa a lei. A polícia não vai permitir que a gente cheire cocaína, por exemplo. Ou saia fumando maconha por aí, vendendo maconha. Polícia não deixa. Talvez seja por isto.
Aí a gente diz: olha, a polícia mata seis por dia. Hã, hã… E quantos policiais são mortos por dia no Brasil, pelos bandidos? 1,3 por dia. 490 policiais foram mortos no ano passado. Sabem quantos policiais são mortos nos EUA? 70 por ano. Ou seja, aqui matamos sete vezes mais policiais. É o país do mundo em que mais policiais são mortos no cumprimento do dever, defendendo os outros, defendendo a lei.
Outra comparação: sabem quantos homicídios tem nos EUA, por ano? 12.996 no último ano. No Brasil, 56.000. E os EUA tem uma população que é muito maior que a brasileira. São 300 milhões. Aqui são 200 milhões. Dá 4 por 100.000 habitantes, homicídios. Aqui é 26 por 100.000 habitantes.
Quer dizer, então esta comparação é fajuta. É só para a gente criticar a polícia, porque nós detestamos a polícia aqui no Brasil. Não na hora que somos assaltados, porque aí nós queremos que apareça a polícia.
Outra diferença é que, lá nos EUA, os policiais heróis são tratados como heróis; aqui policial herói é esquecido. O bandido é que é glorificado aqui, vira famoso porque vira notícia.
Bom, vamos mudar de assunto, porque este assunto, de certa forma, é irritante para quem acha que devemos ser um país civilizado”.
Da redação,

Por Poliglota…

Nenhum comentário:

Obrigado pela sugestão.

BOMBEIROS DF. Tecnologia do Blogger.