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COMANDANTES MILITARES ABREM O VERBO CONTRA A INCLUSÃO DOS MILITARES NA REFORMA DA PREVIDÊNCIA


















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Os comandantes das Forças Armadas, que foram nomeados no governo anterior por Dilma Roussef, pela primeira vez se posicionam publicamente contra uma proposta do governo.
As declarações pegaram até a tropa de surpresa. Os comandantes permaneceram quietos diante do festival de desmandos e erros do governo DILMA e até diante do último reajuste, insuficiente para cobrir as perdas inflacionárias. Por isso ninguém esperava que fossem se manifestar contra a suposta pretensão do governo TEMER de submeter membros das Forças Armadas ao mesmo sistema previdenciário que atende os civis.
A reforma da previdência está em vias de ser apresentada pelo governo e ainda não se sabe oficialmente quais os direitos que o governo pretende extinguir ou modificar no que diz respeito aos militares das Forças Armadas Brasileiras.
Muito se especula sobre valores de contribuição, tetos para a aposentadoria e aumento do tempo na ativa para os militares. E tudo indica que alguma coisa está realmente acontecendo. Os comandantes da Marinha e Aeronáutica, como colocado acima, não costumam dar declarações que se choquem com a posição do governo, se ambos já expressaram uma posição sobre o assunto na grande mídia é porque, além da inquietação crescente na tropa na ativa e reserva, há informações concretam de que o assunto está mesmo na pauta do governo.
O primeiro a se manifestar foi o comandante da AERONÁUTICA, que disse que não concorda com a ideia do Palácio do Planalto de igualar todos, militares e civis, em um só regime previdenciário.
Em sites e fóruns de internet o brigadeiro foi elogiado por militares da ativa e reserva por ter sido o primeiro a tomar uma atitude. Nivaldo Rossatto disse: “Não há necessidade disso. Temos soluções muito mais eficientes e simples, que passam pela reestruturação administrativa e operacional, que já está em curso, como a substituição de oficiais permanentes por temporários, que vai reduzir, por exemplo, o efetivo da Força Aérea em 25% até 2035”.
Nessa quarta-feira foi o Comandante da MARINHA que se manifestou sobre a chamada “previdência dos militares”.
Nós não temos horário ou dia de trabalho, não temos FGTS, não temos direito a sindicalização, a hora extra, a fazer greve”, disse o almirante. Para o ALMIRANTE Leal quando se olha para os militares deve-se observar a fundo todas as peculiaridades da carreira
No caso dos militares da Marinha o oficial lembrou que, além das outras especificidades comuns aos militares, estes passam meses viajando longe de familiares sem qualquer compensação. Leal Ferreira disse também que as Forças Armadas têm promovido diversas reformas internas para reduzir custos com pessoal e lembrou da REFORMA COMPLETA feita em 2001, que permanece como Medida Provisória e que tirou vários direitos dos militares, como posto acima na reserva e gratificações por tempo de serviço.
Leal lembrou que alguns desses benefícios continuam a existir para o funcionalismo civil em várias carreiras.
Como exemplo de modificações já realizadas, o ALMIRANTE citou a introdução de militares emporários na MARINHA, que depois de oito anos de trabalho são demitidos sem ter qualquer indenização ou direito à aposentadoria.
Nota do editor, que também é militar. “Se as regras mudarem e o regime for único os militares obviamente ingressarão na justiça e buscarão ser agraciados com jornada de trabalho de 40 horas semanais, direito à sindicalização, direito à horas extras, adicional de insalubridade e periculosidade. Os militares também exigirão na justiça que ao passar para a inatividade cessem os descontos para a própria aposentadoria. Teria-se ainda que acrescentar ao salário dos militares a GRATIFICAÇÃO POR DESEMPENHO e o BÔNUS por eficiência e PRODUTIVIDADE, benefícios propostos pelo atual governo para delegados de polícia federal e auditores fiscais”.

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