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PESQUISA PARA ESCOLHA DE DISTRITAIS EM 2018 CONOTA SER FAJUTA ILEGAL

Há dois dias atrás nosso blog fez uma matéria (Clique Aqui) acerca de uma pesquisa de opinião pública realizada nas redes sociais de WhatSaap, que tinha como finalidade saber do eleitor em quem ele votaria para o cargo de Deputado Distrital, caso as eleições fosse hoje.
Recebemos inúmeras críticas de assessores e cabos eleitorais de diversos candidatos, mas não nos preocupamos com isso porque tínhamos a absoluta certeza de que isso não passava de mais uma manobra politiqueira, nos mesmos moldes da pesquisa feita para a escolha de deputados federais e, quiçá, com objetivos únicos de levar o eleitor à dúvida a dois anos dos pleitos eleitorais. Nosso objetivo é informar, com excelência e credibilidade.
Hoje, não para nossa surpresa, mas para as centenas de milhares de cabos eleitorais, assessores e simpatizantes dos mais de 200 pretensos candidatos com os nomes disponibilizados, a pesquisa foi encerrada”, inesperadamente, com muito menos prazo da que foi realizada para os deputados federais. E detalhe: Não há mecanismos para que se consulte o resultado final. Quem acompanhou minuto a minuto deve ter sido “iluminado” para pegar o resultado imediato ao encerramento da pesquisa. Quem não conseguiu, dançou!
Os questionamentos feitos pelo blog foram acerca da metodologia utilizada para a disponibilização dos nomes e da legalidade perante a legislação vigente. Pessoas que sequer declararam alguma intenção de concorrer foram inseridos nas pesquisas, assim como outros que declaradamente já demonstraram interesse em participar dos pleitos sequer foram lembrados. Teve até nomes de deputados federais em pleno exercício do mandato e que, pela lógica, devem buscar sua reeleição.
A origem da pesquisa ainda é uma incógnita. Nas redes sociais uns aventuram chutar que essa pesquisa foi encomendada por deputados distritais. Outros já acham que foram os administradores regionais os protagonistas e, por fim, alguns chegaram ao extremo de dizer que até mesmo “assessores fiéis e cabos eleitorais” resolveram fazer uma “gracinha” com o chefe.
Uma coisa é certa: Mais uma vez a politicagem tenta passar a perna nos eleitores tentando confundi-los. Não conseguiram perceber ainda que o eleitorado está mais maduro, principalmente quando o assunto é a escolha política de quem será sua voz nas casas legislativas. Ao que tudo indica, os “velhacos” estão perdendo espaço.
E para aqueles que criticaram ferrenhamente a matéria chamando-a até mesmo de RIDÍCULA, fica a demonstração da CREDIBILIDADE na produção de informações oriundas desse site e a sugestão para que, antes de criticar, conheçam a legislação. Desde 17/12/2013 a Resolução nº 23.400 do TSE alterou o Parágrafo quinto do art. 33 para que a partir das eleições passadas de 2014 (na verdade foi 1º de janeiro de 2014) toda e qualquer PESQUISA, ENQUETE e assemelhados fossem definitivamente PROIBIDOS por qualquer meio de comunicação, instituto de pesquisa ou cidadão no Facebook, blog, Twitter, ou qualquer outro meio, sob pena de multa variável entre R$ 53.205,00 a R$ 106.410,00, e ainda constituindo crime, punível com detenção de 6 meses a 1 ano, com base na Lei nº 9.504/97. A pesquisa não apresentava fonte, autoria e nem registro eleitoral.
Isto posto, não foi uma matéria RIDÍCULA, mas sim consistente e baseada na realidade do que determina a Lei, que deveria ser fiscalizada e cumprida, e ao contrário de ser criticada, aplaudida. De certo, deve ter contribuído bastante para o eleitor, pois o índice de votos brancos e nulos ocupou a 4ª colocação com 248 votos (4,6%).
Portanto, não temos porque deixar de continuar afirmando que a pesquisa era FAJUTA”, ILEGAL e sem CREDIBILIDADE”, além de estar infringindo a Lei.
Estamos e continuaremos de olho!
Fonte: Blog do Poliglota

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