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OS ESPECIALISTAS, O CAOS E GEORGE SOROS


Por Blitz Digital
Durante muitos anos, mas com muito mais intensidade nos últimos 30, a sociedade brasileira passou, e agora, mais do que nunca, passa por uma profunda inversão de valores. Todos os valores, sejam os mais óbvios e fundantes, aos mais triviais, em suas dimensões e vitais para a vida em uma sociedade minimamente civilizada, sofreram ataques, que no começo eram discretos e indiretos e agora abertos e diretos, com o claro objetivo de rachar, e depois quebrar, os pilares que sustentam a vida em comum. Esse ataque não poupou a Igreja, a família, a vida humana, a amizade e, por fim, a verdade. Em todos esses aspectos um que hoje aflora como um bueiro que transborda é o da (in) segurança pública vivida em todo o Brasil. Esse cenário de caos e que ostenta números de uma guerra civil, com um genocídio pelo crime da população desarmada, só foi possível graças a mídia de massa (grandes empresas de comunicação) com os seus cúmplices do meio acadêmico “científico”, os tais especialistas.
Uma das técnicas usadas hoje para controle das “massas” é, por meio da mídia, propor um problema, real ou imaginário, e logo em seguida, induzir ao pensamento de conclusão por meio de especialistas no assunto (geralmente do meio acadêmico/universitário) que, sendo parte do grupo ideológico interessado ou com a opinião bem conhecida, cantará na cartilha pré-combinada. Esse jogo, em parte simplório e óbvio, tem um poder devastador de mudança de pensamentos e de comportamentos. Devido a limitações de espaço, e por não ser o foco dessa pequena reflexão, não vou me estender no assunto, porém, aconselho vivamente o estudo de PNL e demais técnicas que hoje são utilizadas em todos os meios de comunicação.
É patente que houve uma desconstrução do sistema criminal no Brasil que desaguou nos números absurdos que vivemos hoje . Para se ter uma ideia os índices de homicídios mais que triplicaram desde 1980, época retratada no “main stream como arbitrária e violenta devido ao regime militar. Mortes de policiais nesses mesmos anos 70 e 80 eram muito menores do que hoje, mesmo com a luta armada das guerrilhas comunistas urbanas e rurais. É simples para qualquer brasileiro com 40 anos ou mais se lembrar dos anos de infância onde, basicamente, as casas não tinham muro, as cidades não tinham pichações e as crianças podiam brincar livremente nas ruas, sem riscos de assaltos, sequestros e de se deparar com traficantes de drogas em cada esquina. Por vezes surpreende como um exercício simples de memória e comunicação entre as gerações mais velhas e mais novas de brasileiros não consegue chegar a conclusões óbvias.
Mas afinal, qual o porquê dessa ideologia ter trabalhado tanto para transformar o Brasil, por meio do discurso socialista de trazer o Céu para a terra em um inferno de crime, morte e sofrimento? A resposta é: revolução. Os socialistas, sejam eles social democratas, sejam eles revolucionários, querem desconstruir a sociedade atual, chamada por eles de “burguesa”, fundada na fé cristã, na família, na propriedade privada e na liberdade, para criar uma nova sociedade “sem classes” e onde todos serão felizes em um futuro hipotético utópico que não chega nunca e nem tem data nem forma. Os resultados dessas revoluções falam por si só em países como a Rússia, China, Cuba, Coréia do Norte, e agora, para a nossa tristeza, na Venezuela.
O que para alguns é claro, pois o roteiro revolucionário é percebido como ruim no senso comum da sociedade, para outros é invisível devido a estratégia Gramsciana de ocupação dos espaços de fala nos livros, revistas, jornais, cinema, universidades, TV, etc, e que levou a uma mudança, lenta e gradual, dos valores da sociedade brasileira, que foi sendo empurrada, artificialmente, para a esquerda. Hoje, para se comprovar o quanto isso é real, basta juntar em um local um certo número de pessoas (que não necessariamente se conheçam e partilhem dos mesmos ambientes) e perguntar a famosa questão feita por Pilatus ao Cristo durante o seu julgamento: Existe a verdade? Pelo menos a metade responderá que não. Isso prova que o pensamento do povo brasileiro chegou ao nível máximo da confusão paradoxal causada pela expressão “não existe verdade” dita como um mantra pelos relativistas e materialistas nos meios acadêmicos e de mídia. Bastaria que cada um, ao ouvir essa singela sentença, perguntasse ao interlocutor: Isso que você disse (que não existe verdade) é verdade? Porém, chegamos a uma decadência intelectual de proporções epidêmicas onde esse tipo de questionamento praticamente não acontece. Isso tem consequências devastadoras, pois se não existe a verdade, obviamente, é impossível se atingir a justiça. Por isso que um dos 10 Mandamentos diz “Não levantarás falso testemunho”, e no Novo Testamento Deus, por meio de seu Cristo, diz “Eu sou o Caminho, a Verdade e a vida”, para depois concluir que o pai da mentira é o próprio demônio. Explico tudo isso apenas como amostra de quão contaminada está a nossa sociedade, uma vez profundamente cristã.
Estando clara a estratégia usada pelos ditos “iluminados” que querem a todo custo destruir e instalar o caos para depois erigir uma nova ordem totalitária socialista, agora cabe uma análise das táticas empregadas e dos recursos usados para se atingir esses objetivos. É impossível combater um inimigo sem estudá-lo e entendê-lo afundo. Por isso, no nosso foco de segurança pública, estudamos tanto os objetivos, quanto os meios usados pelos revolucionários nessa guerra cultural. Como membro máximo da elite revolucionária latino-americana e internacional, o Partido dos Trabalhadores (PT) lançou um caderno de teses chamado “Um Partido em Tempos de Guerra” onde, dentre outros assuntos, está a chamada “desmilitarização/extinção” das polícias militares brasileiras. Seja para que o Brasil perca os seus 650 mil homens das PMs e Bombeiros Militares que são força auxiliar do Exército em caso de guerra externa ou guerra civil, o que deixaria o país vulnerável a uma revolução comunista armada, seja para que as novas polícias desmilitarizadas possam ser sindicalizadas e filiadas à CUT. Esse objetivo vem sendo perseguido desde à década de 90, onde, por meio da depreciação, desmoralização e infiltração as polícias militares foram sendo desmanteladas e enfraquecidas. Some-se a isso aquilo que o professor uruguaio Fernando Aguilar chama de “angelicalização de criminosos, o estímulo ao crime, ao consumo de drogas, a promiscuidade sexual, e a total impunidade, levaram ao quadro de absoluto caos que vivemos hoje. Cabe uma menção desonrosa a judicialização de procedimentos policiais triviais (como a súmula do STF do uso de algemas), a criação de núcleos de controle da atividade policial dentro e fora das corporações e uma campanha permanente da grande mídia buscando explorar cada excesso, real ou criado, e os meios acadêmicos que propagaram todo tipo de discurso preconceituoso e ofensivo às polícias, principalmente por meio da criminologia crítica ou marxista.
Rastreando essas ações, órgãos e pessoas chegamos a “Think Tanks” de “especialistas” em segurança pública que nada mais são do que ativistas político-ideológicos da esquerda em sua estratégia e táticas já descritas. Um desses órgãos é o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, onde um dos seus criadores é Renato Sérgio de Lima, que em uma postagem em sua página no Facebook foi confrontado pelos fatos ocorridos durante a paralisação da Polícia Militar do Espírito Santo.
Vejamos o diálogo.




Ao ser questionado pelas opiniões emitidas pela sua organização o Sr. Renato Lima usa das seguintes técnicas de argumentação:
1.Usa a pseudolegitimidade do site como argumento (falsa autoridade);
2.Diz que o foco deles são “evidências” e não “ideologias”. Típico de um argumento de sentido invertido. É claro que o desarmamento é um discurso meramente ideológico e sem nenhuma conexão com a realidade como comprovado de maneira definitiva no livro do Bené Barbosa e do Flávio Quintela;
3.Diz que o debate público é feito de contraditórios, como se duas sentenças opostas fossem, ao mesmo tempo, verdadeiras. Cabe lembrar que em qualquer debate, ainda mais o público que envolve o direito de milhões de pessoas de defender a suas vidas, de suas famílias e de seus bens, o objetivo é a VERDADE.
4.Por fim, ele fecha o assunto como começou, com a falsa autoridade, ao mostrar que o desarmamento é lei e ponto final. Nada mais democrático de um “Fórum de discussão”. Mais uma vez o que fica patente é apenas a sustentação, por meio de estratagemas de discurso, de ideias de sem conexão com a realidade.
Uma pena que o debatedor tenha caído na rede lançada pelo Renato Lima, porém, ficou evidente que ele defende algo indefensável, mesmo pela ótica simples do senso comum.
E quem patrocina essas ideias? Pois como bons materialistas os socialistas não trabalham por amor a causa somente. Tem que haver dinheiro. Muito dinheiro. Vejamos dois patrocinadores que podem ser identificados no site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Está escrito como “apoio institucional” duas organizações: Open Society e a Ford Foundation.
Mas afinal, quem são essas instituições estrangeiras que patrocinam um site de segurança pública no Brasil?
Recentemente, o Congresso Brasil Paralelo, que reuniu 68 brasileiros que tem destaque em suas respectivas áreas e não possuem vínculos dominantes, seja com o Estado, seja com esquerda, explicou, de maneira sublime, a atuação de organismos internacionais vinculados a interesses globalistas, que tem por objetivo um governo mundial único e a implementação de uma Nova Ordem Mundial socialista e totalitária. Esse episódio, o número 4, pode ser assistido gratuitamente na internet. Dentre os nomes que surgem naturalmente ao se estudar sobre o movimento revolucionário mundial moderno está o do bilionário húngaro radicado nos Estados Unidos George Soros.
Geroge Soros é um bilionário de origem judia que está radicado nos Estados Unidos e é uma eminência parda da esquerda mundial. Hoje ele é a mola mestra de milhares de ONGs pelo mundo que defendem desde o aborto, a eutanásia, o radicalismo ambiental, a agenda LGBT e a luta de classes e revoluções. Teve participação na crise financeira dos EUA em 2008 e tem relações próximas com políticos socialistas do mundo todo. George Soros é o dono da Open Society.
O poder e influência de George Soros é inimaginável, ainda mais aqui no Brasil onde as informações são estritamente controladas pela mídia centralizada e pelo Estado, além da barreira da língua inglesa. Nos Estados Unidos a situação é bem diferente. Lá, graças a uma grande rede, que está em expansão, de ativistas conservadores e pela liberdade, usando a internet, mapearam e denunciaram as conexões do bilionário húngaro com o poder político (seja de esquerda quanto de direita), econômico, a mídia, as academias de pensamento e as ONGs. Só para se ter uma ideia do número e do poder de ONGs, instituições e partidos políticos controlados por Soros um site norte-americano mapeou parte dessas estruturas que são financiadas pelo dinheiro do bilionário, e, obviamente, comprometidas com a sua agenda nefasta. A lista não tem fim. Dentre elas podemos citar o Partido Democrata dos EUA, The Human Right Wacth (direitos humanos), Anistia Internacional (direitos humanos), Católicas pelo Direito de Decidir (promoção do aborto), Voto Latino (organização de militância política), Planned Parenthood (maior rede de promoção de aborto do mundo. Recentemente envolvida em um escândalo de venda de partes humanas de bebês abortados)
Quanto a fundação Ford, assim como outras grandes fundações vinculadas a bilionários globalistas como a Fundação Rockfeller e Fundação McArthur, tem por interesse a agenda de desconstrução da sociedade por meio da implosão dos valores ocidentais, no caso, a moral judaico-cristã, a filosofia grega e o direito romano. Essas fundações foram denunciadas, centenas de vezes pelo seu apoio as causas que mais ofendem a população de maioria conservadora, como o aborto, o fim do casamento natural, a promoção dos direitos humanos no viés único de proteção ao criminoso, dentre outros.
Um nome que podemos checar para confirmar as afirmações acima é do novo representante da Fundação Ford no Brasil: Atila Roque. Dentre as funções e influências desse cidadão brasileiro à serviço dessa organização estrangeira está a sua conexão visceral com a “Anistia Internacional”. O site dessa ONG internacional ligada a George Soros está recheada com todos os temas acima citados. Segue uma amostra retirada do site da própria Anistia Internacional escrito pelo Atila Roque.



















Para que fiquem claros quais os posicionamentos do novo diretor da Fundação Ford seguem algumas postagens dele na rede social Twitter.




E da Anistia Internacional.
Logo, quem patrocina a linha socialista na segurança pública são pessoas e organizações estrangeiras, ligadas a sociedades e organizações secretas e discretas, que tem por objetivo uma revolução mundial e um governo globalista único anticristão.
Por isso, é impossível que no estado atual de degradação do sistema policial e criminal brasileiro organizações como essas, e seus ventríloquos, tenham voz ativa em um debate de vida e morte que afeta cada cidadão brasileiro e a sua família. Chegou a hora de que brasileiros patriotas, operadores de segurança pública, de preferência policiais militares pois estão na linha de frente em uma verdadeira guerra contra o crime, tenham voz ativa, tanto no diagnóstico, quanto no prognóstico atual da criminalidade do Brasil. É o tempo de virar as costas aos “especialistas” vendilhões do templo, que a serviço de interesses inconfessáveis, ajudaram a transformar o Brasil em um dos países mais violentos do mundo e à beira do caos. Chegou a hora de nós brasileiros comuns e que realmente amamos o Brasil e o povo brasileiro, expulsemos, assim como fez o Cristo, os vendilhões da área pública do debate técnico, e comecemos um novo movimento, sério, que busque o fim da impunidade judiciária, a promoção e proteção da família e da vida humana em gestação, promova o ciclo completo das polícias e o efetivo controle das fronteiras impedindo o tráfico de drogas internacional, o fim do crime organizado como força política, o fim da liberação do consumo de drogas ilícitas, o fim do discurso e da promoção de políticas e leis que agelicalizam o bandido, a liberação para a posse e o porte de armas por cidadãos de bem e o restabelecimento da lei e ordem.

Um comentário:

  1. Ótimo artigo, isso está acontecendo no mundo inteiro, só o Brasileiro não entende a situação, temos que acordar.

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Obrigado pela sugestão.

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