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EM SEU ÚLTIMO DIA COMO PGR RAQUEL DODGE ACELERA AGENDA ESQUERDISTA


Por Angelica ca
No apagar das luzes em seu último dia como Procuradora Geral da República, Raquel Dodge enviou esta semana pedido ao Supremo Tribunal Federal para que declare a inconstitucionalidade de seis decretos do Presidente Bolsonaro que flexibilizam as regras de porte e posse de armas. De acordo com a esquerdista e agora ex-procuradora geral Raquel Dodge, três decretos que estão em vigência contêm inconstitucionalidades e extrapolam o disposto na lei, além de invadir campo reservado à lei.
As decisões tomadas por Raquel Dodge representam um claro apoio às ações contra as flexibilizações de porte e posse legal de armas, ações essas apresentados pelos partidos Rede Sustentabilidade e PSOL, para derrubada dos decretos presidenciais.
Sobre o decreto de porte de armas, a ex-procuradora afirma que as decisões do governo Bolsonaro afrontam o princípio constitucional de separação dos Poderes, substituindo assim a função precípua do Poder Legislativo “na tomada de decisão acerca da política pública sobre porte e posse de armas de fogo”, segundo a ex-procuradora geral.
Ainda segundo Raquel Dodge, “os três decretos atualmente vigentes mantiveram, em grande parte, as inconstitucionalidades apontadas […]. Em outras palavras, os novos decretos extrapolaram a função regulamentadora e invadiram campo reservado à lei”.
Raquel Dodge também apresentou ao Supremo Tribunal Federal uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para que suspenda “qualquer ato do poder público que autorize ou promova censura a docentes no ambiente escolar”, em claro ataque ao projeto Escola Sem Partido ao qual ela se opõe. Segundo a ex-procuradora, o “Escola Sem Partido propõe restrições à liberdade de expressão dos docentes com base em vedações genéricas e vagas à doutrinação política e ideológica”.
Em outras ações motivadas pelo seu perfil esquerdista, ela também contestou as mudanças efetuadas pelo governo nas composições dos conselhos nacionais do meio ambiente (Conama) e dos direitos da criança e adolescente (Conanda).
Raquel Dodge ocupou a função de Procuradora Geral da República por dois anos e foi indicada em 2017 pelo ex-presidente Michel Temer. Sua passagem pela Procuradoria Geral da República foi o exemplo mais cristalino do aparelhamento ideológico esquerdista do Ministério Público Federal, pois praticamente todas as suas iniciativas foram pautadas e guiadas por um claro viés ideológico. 
Fonte: Critica Nacional

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