DIA NACIONAL DE COMBATE AO ALCOOLISMO – 18 DE FEVEREIRO


O Centro de Assistência ao Bombeiro Militar - CEABM, por meio da Seção de Saúde Mental e Ocupacional (SESMO), emprega esforços oferecendo atendimentos e orientações ao Bombeiro Militar e seus dependentes que possam estar vulneráveis ao Alcoolismo.
Por meio de sua equipe técnica especializada composta por psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais, oferece ações de prevenção, atendimento e acompanhamento dos usuários. Agende sua consulta por meio do telefone (3901-3630) ou pelo e-mail sesmo.cbmdf@gmail.com.
Tratamento da dependência de álcool
O alcoolismo¹  é um problema social e de saúde pública. A dependência do álcool é classificada, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como doença crônica e multifatorial em que fatores genéticos, psicossociais e ambientais podem contribuir para seu desenvolvimento. Além disso, a dependência alcoólica traz vários problemas físicos e mentais na vida do indivíduo e das pessoas que com ele convivem.
Considerado um dos fatores predisponente para o comportamento suicida, o uso nocivo do álcool é o 3º maior fator de risco para a morte prematura, incapacitação para o trabalho, e perda da saúde, responsável por 3 milhões de mortes por ano, representando 5,3% de todas as mortes no mundo (OMS, 2019).
O álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central. Seus efeitos têm duas fases: a 1ª é a fase estimulante, na qual o usuário fica mais falante, desinibido (a), confiante, sentindo prazer e euforia. E a 2ª fase é a depressora: ocorre perda de coordenação, da capacidade de tomar decisões e da velocidade do raciocínio, que vai aumentando com a elevação do consumo, podendo levar o indivíduo ao estado de coma e até à morte.
O consumo crônico do álcool pode trazer várias complicações físicas, psicológicas e psiquiátricas, como: hepatite, cirrose, pancreatite, gota, osteoporose, gastrite, desnutrição, ciúme patológico, ansiedade, transtornos de personalidade, transtornos alimentares, esquizofrenia, aumento do risco de depressão e suicídio, dentre outros.
Para o tratamento é importante reconhecer o uso prejudicial e buscar auxílio, que pode incluir orientações psicossociais e medicamentos. Além disso, o envolvimento e o apoio da família são essenciais nesse processo.
Nesse sentido, “o etilista (alcoolista) irá necessitar de auxílio para se motivar e conseguir fazer mudanças em seus comportamentos. Ele tem um papel central e ativo em seu tratamento, mas deve ser acompanhado por um profissional preparado” (SILVA; LARANJEIRA, 2010).

¹ Beber começa como um ato de vontade, caminha para um hábito e finalmente afunda na necessidade” (Benjamin Rush,).
REFERENCIAS:
OMS. Folha informativa – Álcool. Atualizada em 2019. Brasília, DF: OPAS, 2019. Disponível em: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5649:folhainformativa-alcool&Itemid=1093. Acesso em 22 de janeiro de 2020.
SILVA, Cláudio Jerônimo; LARANJEIRA, Ronaldo. Neurobiologia da Dependência Química. In: Figlie, Neliana Buzi; Bordin, Selma; Laranjeira, Ronaldo. Aconselhamento em dependência química. 2. ed. São Paulo: Roca, 2010.



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