CORONAVÍRUS: COM 2 CASOS CONFIRMADOS, BRASIL MONITORA 488 SUSPEITOS

    Não há mudança no cenário nacional, ou seja, não há elementos que indiquem a circulação do coronavírus no país. Até o momento, 240 casos foram descartados. 
    O Brasil tem dois casos confirmados de coronavírus no país. Eles não têm relação entre eles, embora sejam residentes do município de São Paulo. Os casos são importados e, por isso, não há mudança da situação nacional, pois não existem evidências de circulação sustentada do vírus em território brasileiro. Até esta terça-feira (3), 488 casos suspeitos são monitorados pelo Ministério da Saúde. Os dados foram repassados pelas Secretarias Estaduais de Saúde.
    Além dos 16 países, incluindo a China, que já eram monitorados pelo Ministério da Saúde por apresentarem transmissão ativa do coronavírus, novos países entrarão na lista ainda nesta terça-feira (3) para a definição de caso suspeito, caso as pessoas apresentem febre e mais um sintoma gripal, como tosse ou falta de ar nos últimos 14 dias. A nova lista será divulgada ainda hoje pelo Ministério da Saúde. 
    Até esta segunda-feira (2), faziam parte: Alemanha, Austrália, Emirados Árabes, Filipinas, França, Irã, Itália, Malásia, Japão, Singapura, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Tailândia, Vietnã e Camboja, além da China. 
    Até o momento, 240 casos suspeitos de coronavírus já foram descartados em todo o Brasil. Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas. 
    Para manter a população informada a respeito do novo coronavírus, o Ministério da Saúde atualiza diariamente, os dados na Plataforma IVIS, com números de casos descartados e suspeitos, além das definições desses casos e eventuais mudanças que ocorrerem em relação a situação epidemiológica.
    Fonte: Ministério da Saúde

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