ATENÇÃO BRASIL: CELSO DE MELLO JUDICA PARA DERRUBAR BOLSONARO

Está claro que a aristocracia medieval brasileira tenta, de todas as formas, impedir Jair Bolsonaro de governar. 
Não queriam sua candidatura. 
Candidato, tentaram impedir sua eleição. 
Eleito, não querem que ele governe.
Mobilizaram o Congresso. O povo reagiu e Deputados e Senadores recuaram ante a força popular do governo. Agora manejam junto ao STF, que age num nítido ativismo judiciário nada republicano para desestabilizar o governo e o Presidente. 
Primeiro foi a decisão de Alexandre de Moraes impedindo que o Presidente exercitasse um "direito/dever" constitucionalmente assegurado de indicar o Diretor-Geral da Polícia Federal. 
Agora, para criar um fato político, Celso de Mello, no apagar das luzes da sua pálida carreira, aceita a jurisdição para ser relator num inquérito para investigar Bolsonaro, de quem é um inimigo de fígado declarado (como público e notório). 
Esse ministro, ademais, tecnicamente, está impedido por ser suspeito para conhecer, processar e julgar a quem combate em contundentes discursos prolatados fora dos autos. 
Agora, Celso Mello manda ouvir o ex-ministro Sérgio Moro com urgência. Para que? 
Com que fim se não é para incendiar as relações institucionais ou para criar um fato para sacar do poder o Presidente?
A elite acadêmica, política e econômica quatrocentona paulista liderada por FHC, junto com as oligarquias que mandam no Brasil há um século, conspiram para tirar Bolsonaro do poder. 
O governo tem base social sólida, ativa e participativa. Podem tentar, mas tenho a nítida intuição, que não vai ser mamão com açúcar remover um Presidente que não cometeu nenhum crime e que teve 56 milhões de votos.

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