O ERRO NAS PESQUISAS ELEITORAIS SEMPRE APONTA PARA A ESQUERDA

Por Artur Piva
É o caso de um viés”, sentencia Rodrigo Constantino
Em seu artigo “Não é erro, é viés!”, publicada na edição 37 da Revista Oeste, o colunista Rodrigo Constantino deixa claro que o erro nas pesquisas eleitorais sempre aponta para a esquerda. “Alguns ironizaram que a margem de erro dos institutos teria de subir para 10 pontos porcentuais daqui para a frente, mas eis a questão central: não é preciso aumentar a margem para os dois lados, para cima e para baixo; basta adotar o seguinte critério: se o candidato for de esquerda, então a margem de erro é de 10 pontos porcentuais para baixo, ponto. Se o ‘erro’ aponta sempre para a mesma direção, não se pode mais falar em erro. É o caso de um viés,” escreveu. O Ibope, o Montenegro vende até a mãe pra ganhar dinheiro, isso aí eu conheço de longa data, vende [pesquisa] e vende mesmo.” A fala não é de hoje, é do então deputado federal Ciro Gomes numa entrevista. A desconfiança que paira sobre os institutos de pesquisa no Brasil vem de longa data, e não é para menos: eles “erram” de forma grosseira e sistemática a cada eleição.
Mas quero oferecer uma hipótese alternativa aqui, em que pese a boa e imortal dica dos livros de detetive: siga o dinheiro. Nem sempre a causa de um desvio é monetária. Ela pode ser ideológica. E antes de mais nada é preciso justamente explicar a diferença entre erro e viés do ponto de vista estatístico.

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1 Comentários

  1. E o órgão que mais colaborou pra que a roubalheira dos partidos de esquerda foi a imprensa, maldita e tendenciosa.

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Obrigado pela sugestão.