Abelardo de la Espriella derrota candidato apoiado por Gustavo Petro e recebe apoio imediato de Javier Milei
A eleição presidencial da Colômbia terminou com um resultado que promete produzir reflexos em toda a América Latina. Neste domingo (21), o candidato conservador Abelardo de la Espriella venceu o esquerdista Iván Cepeda no segundo turno e se tornou o novo presidente colombiano.
Com 12.949.162 votos, De la Espriella superou os 12.701.546 votos obtidos por Cepeda, candidato apoiado pelo atual presidente colombiano, Gustavo Petro.
A vitória é vista por analistas como mais um capítulo da ascensão de governos de direita na região, movimento que já levou ao poder lideranças como Javier Milei, na Argentina, e Nayib Bukele, em El Salvador.
Aliado político do presidente americano Donald Trump, De la Espriella construiu sua campanha com foco em segurança pública, combate ao narcotráfico, redução da influência estatal na economia e fortalecimento das liberdades econômicas.
A repercussão da vitória foi imediata.
Um dos primeiros líderes internacionais a se manifestar foi Javier Milei. Em publicação nas redes sociais, o presidente argentino comemorou o resultado eleitoral e escreveu:
"O leão e o tigre rugem na América Latina."
A frase faz referência aos símbolos utilizados durante as campanhas dos dois líderes, o leão associado a Milei e o tigre utilizado por De la Espriella.
Na mesma mensagem, o presidente argentino afirmou que os colombianos escolheram "o caminho da liberdade econômica, da prosperidade, da segurança implacável e de dizer basta ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico".
Milei também declarou que "a liberdade avança em toda a América Latina e já não há volta atrás".
Nos bastidores diplomáticos, a eleição é interpretada como um fortalecimento do eixo político formado por governos e lideranças conservadoras da região.
Ao mesmo tempo, o resultado representa um revés para Gustavo Petro e para setores da esquerda latino-americana, que apostavam na continuidade de uma agenda política alinhada ao atual governo colombiano.
A posse de De la Espriella deverá inaugurar uma nova fase política na Colômbia e pode influenciar debates sobre segurança, economia e relações internacionais em diversos países do continente.
Com a vitória colombiana, o mapa político da América Latina passa a registrar mais um governo alinhado ao campo conservador, ampliando a disputa ideológica que marca a região nos últimos anos.Vitória da direita na Colômbia amplia virada na América Latina
Abelardo de la Espriella venceu o candidato da esquerda Iván Cepeda
Neste domingo (21), o direitista Abelardo de la Espriella venceu o candidato da esquerda Iván Cepeda no segundo turno da eleição presidencial da Colômbia. Com o resultado, a direita amplia sua presença na América Latina e conquista espaço em um dos principais países da região.
A vitória de De la Espriella reforça um movimento político que já levou ao poder líderes de direita como Nayib Bukele, em El Salvador, Javier Milei, na Argentina, e José Antonio Kast, no Chile. O cenário também aumenta o isolamento de governos alinhados à esquerda no continente.
Aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, De la Espriella derrotou Cepeda, que contava com o apoio do atual presidente colombiano, Gustavo Petro. Segundo a apuração preliminar, o direitista recebeu 12.949.162 votos, contra 12.701.546 do adversário.
O presidente argentino Javier Milei parabenizou Abelardo de la Espriella, conhecido como “El Tigre”, pela sua vitória histórica na eleição presidencial da Colômbia, ocorrida neste domingo (21).
Em mensagem divulgada nas redes sociais, Milei celebrou o triunfo do candidato de direita com a frase: “O leão e o tigre rugem na América Latina!”, referindo-se aos símbolos das respectivas campanhas, o leão de Milei e o tigre de Espriella.
O mandatário argentino destacou que os colombianos escolheram “o caminho da liberdade econômica, da prosperidade, da segurança implacável e dizer basta ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico”, reforçando que “a liberdade avança em toda a América Latina e já não há volta atrás”.
A congratulação reforça o alinhamento entre os dois líderes de perfil direitista e marca um momento simbólico de fortalecimento da direita na região.

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