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ELISA ROBSON: “DEVEMOS TER CORAGEM PARA DEFENDER A LIBERDADE DE EXPRESSÃO”

Uma democracia viva, que incentive a participação dos cidadãos na construção de um país voltado para o progresso, só é possível quando o discurso democrático, aberto, com uma troca contínua de pontos de vista entre as pessoas está devidamente protegido. Estou falando da liberdade de expressão, o oxigênio de uma sociedade livre. É este fluxo de opiniões e conhecimento que vitaliza e enriquece a tomada de decisões de um governo sobre o destino de uma nação. Sem isso, nos tornamos uma nação medíocre e empobrecida, como vemos acontecer nos países sob regimes totalitários, onde pensamentos divergentes são brutalmente silenciados.  
Nossas vozes têm sido amplificadas com a chegada da Internet. Mas, ao mesmo tempo, passamos a sofrer uma série de sanções pelo chamado “crime de opinião”. No Brasil, abusos estão sendo cometidos contra a liberdade de expressão a cada dia. No mesmo pacote de restrições claramente pontuadas na nossa Constituição (como apologia ao crime, respeito à privacidade e à honra, por exemplo), inclui-se arbitrariamente de manifestações evidentemente lícitas. E o pior: restrições sem o respeito ao devido processo legal de iniciativa da Suprema Corte, que deveria, justamente, salvaguardar a Constituição, as liberdades e as garantias individuais. 
Por isso, luto por um espaço digital sem censura, tanto quanto encontramos ainda nos meios tradicionais, como livros, jornais e revistas. Precisamos estar vigilantes contra leis ou políticas que criam novas restrições para expressão de opinião online.
Também é urgente reagirmos para impedir que as plataformas de mídia social silenciem desproporcionalmente as vozes conservadoras. Às “big techs” não deve ser facultado o direito de se envolver na censura política de quem quer que seja. Seu direito é de veicular a capacidade coletiva de falar - e ouvir a fala dos outros - no ambiente online. É isto o que defendo.
E, por último, lembro ainda que um pré-requisito para uma democracia funcionar, sobretudo, é a existência de mídia independente que possa transmitir livremente informações sociais, notícias abrangentes e investigativas. Hoje, porém, o jornalismo independente está sob difícil pressão. Com grandes empresas globais de comunicação sentindo-se ameaçadas pela competência e influência de profissionais de imprensa autônomos, estão cedendo, cada vez mais, à tentação de censura direta e bloqueio de trabalho de livre.
Não podemos nos curvar, nem nos entregar nesta guerra. São desafios modernos, que exigem cidadãos conscientes de seus direitos, parlamentares atualizados e rápidos na sua atuação. A velocidade do mundo virtual requer pessoas que defendam a liberdade de modo contínuo e imediato, com presença digital constante e preparadas para atuar no Congresso nesse sentido.
Elisa Robson é jornalista de direita e conservadora. Em 2018, foi eleita deputada federal primeira suplente pelo Distrito Federal. Atualmente, trabalha incansavelmente na luta pela liberdade de expressão nas redes sociais. Em breve, lançará o livro “Sua Voz importa”. Além de fazer parte da Frente Bolsonarista do Distrito Federal.
Para encontrá-la na Internet, siga: 
Telegram: Elisa Robson
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