Banner Acima Menu INTERNAS

RAQUEL LYRA NEGA PALANQUE A LULA EM PERNAMBUCO

 

A governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), decidiu não declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial. A posição, anunciada na terça-feira (6), contraria a expectativa de setores petistas que buscavam contar com sua participação na campanha no estado.
Apesar de manter uma relação institucional com o governo federal, Raquel sinalizou que permanecerá neutra na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL), marcada para 25 de outubro.
A governadora afirmou que sua prioridade será Pernambuco e destacou a importância de preservar a coerência de seu posicionamento político.

Lula fica sem apoio formal da governadora
A decisão representa uma dificuldade para a articulação política do PT em Pernambuco, estado onde o presidente possui uma trajetória eleitoral relevante.
O apoio de Raquel poderia acrescentar à campanha petista a participação de uma liderança estadual recém-reeleita. Entretanto, a governadora optou por não assumir compromisso com nenhum dos dois presidenciáveis.
A posição também demonstra que a cooperação administrativa entre governos não significa necessariamente alinhamento eleitoral.

Raquel prioriza Pernambuco
Mesmo sem oferecer palanque a Lula, a governadora ressaltou a importância de manter o diálogo com o governo federal para assegurar investimentos e projetos destinados ao estado.
Raquel indicou que pretende concentrar seus esforços na administração estadual, preservando a autonomia política diante da disputa presidencial.
A neutralidade não representa apoio a Flávio Bolsonaro, mas a decisão de permanecer fora da campanha dos dois candidatos.

Segundo turno movimenta alianças
Com a votação marcada para 25 de outubro, Lula e Flávio Bolsonaro seguem buscando apoio de partidos, governadores e lideranças regionais.
No primeiro turno, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%.
A decisão de Raquel Lyra acrescenta um novo elemento às articulações políticas do segundo turno, especialmente em Pernambuco, onde a participação da governadora era desejada por setores ligados ao PT.

Postar um comentário

0 Comentários