MILHARES PROTESTAM NA VIRGÍNIA EM FAVOR DA SEGUNDA EMENDA


Por Luciando Oliveira
A Virginia é o 11.º estado americano com mais negros. Leis desarmamentistas americanas foram criadas para desarmar negros. André Fran, da Globo News, disse que manifestantes são brancos racistas
O governador democrata Ralph Northam quer viabilizar projetos de leis para impedir o acesso a armas de fogo na Virgínia, EUA. Ainda é necessário passar pelo Senado e pela Câmara dos Representantes do Estado para serem aprovados. De qualquer forma, isso foi o suficiente para criar um levante popular na região.
No dia de Martin Luther King (Day) – MLK Day, dia 20 de janeiro de 2020, os armamentistas de vários estados americanos foram até Capitólio, local onde ficam as casas legislativas do Estado da Virgínia, para protestar contras estas leis e comemorar o dia de Luther King também como uma celebração dos direitos civis, dentre estes, o porte e a posse de armas do qual Martin Luther era a favor.
Luther King mesmo sendo um pacifista e adepto da não violência, não abria mão de armas para sua defesa, estas que estavam (faziam) presentes mesmo em sua igreja”, escreve Bene Barbosa, presidente do movimento Viva Brasil
Por segurança, vários condados e unidades administrativas (pequenos municípios) votaram resoluções que ativaram o Santuário da Segunda Emenda, para desobrigar os cidadãos a obedecerem as leis desarmamentistas que o governador e políticos da Virginia querem aprovar.
Os xerifes do Estado já disseram que não irão aplicar as legislações restritivas ao porte e a posse de armas caso sejam aprovadas:

Para variar, a extrema-imprensa brasileira já acusa os participantes de serem de extrema-direita e racistas, como é o caso de André Fran, comentarista da Globo News, e Lucia Guimarães, da Folha de São Paulo:

Muito pelo contrário, o controle de armas é algo elitista. A ideia é tirar as armas dos negros e latinos para que estes dependam do Estado. Não é a toa que vemos muitos negros com a camiseta “Black Guns Matter” (Armas negras importam) no protesto como uma forma de exigir o direito ao porte, assim como Luther King queria.



Curioso é que o governador da Virginia tinha proibido que os manifestantes fossem armados celebrar o Martin Luther King Day no Capitólio. Eles Ignoraram e tiveram apoio da polícia para celebrar este dia com seus revólveres, pistolas e fuzis. Que essa mentalidade venha cada vez mais para o Brasil.
Fonte: Senso In Comum
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