Na tarde desta terça-feira (7), o deputado Alberto Fraga utilizou a tribuna da Câmara dos Deputados para manifestar forte oposição à proposta de reajuste salarial diferenciado para a Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros (BM) e Polícia Civil do Distrito Federal. Segundo ele, a distinção nos índices de aumento promove “desarmonia” entre as corporações.
Fraga afirmou que o reajuste não partirá diretamente do governo federal, mas será custeado pelo Fundo Constitucional do DF, recurso que já estrutura parte do orçamento local, e garantido pelo governador Ibaneis Rocha. Ele criticou a atuação do Ministério da Gestão Integrada, que teria criado uma distinção interna entre policiais de “1ª categoria” e “2ª categoria” no âmbito distrital, medida que, segundo ele, provocou insatisfação entre PMs e BMs, diante do fato de policiais da Civil receberem percentuais mais elevados.
Para o parlamentar, tal prática configura injustiça: “A ação do Ministério impõe que Polícia Civil tenha aumentos superiores aos da PM e BM, criando discordância completa. Policiais da segurança estão revoltados ao ver colegas de outras forças ganhando mais”, declarou.
Fraga disse que não aceitará que essa “injustiça salarial” prossiga na forma proposta. Ele anunciou que a matéria será debatida em Brasília, e que vai lutar para que todas as corporações recebam o mesmo percentual de reajuste.
Assista a fala do deputado:
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