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“Não era só um caso”: A despedida de Pablo Aguiar

 
O Delegado Pablo Aguiar se despediu hoje de um jovem cuja vida foi interrompida de forma precoce e injusta. Em uma mensagem carregada de emoção, ele deixou claro que, antes de qualquer processo, número ou investigação, existia uma pessoa. Alguém com sonhos, afetos, histórias e um futuro que nunca pôde ser vivido.
Conhecido por ter se emocionado publicamente ao dizer que se colocou no lugar da vítima, Pablo relembrou que o trabalho investigativo vai muito além de provas e procedimentos técnicos. Segundo ele, lidar com esse caso significou enfrentar fatos duros e silêncios difíceis, mas também assumir a responsabilidade de nunca perder de vista a humanidade de quem teve a vida arrancada.
Para Pablo, buscar justiça não foi apenas cumprir um dever profissional, mas uma forma de honrar a memória do jovem. Um compromisso com a verdade e com o respeito à vida, mesmo quando ela já não pode mais ser devolvida.
Na despedida, ele pediu que o momento não fosse apenas de dor, mas também de reflexão. Que a ausência sirva como alerta sobre o valor da vida, sobre a importância da empatia e sobre a responsabilidade coletiva de impedir que tragédias assim continuem se repetindo.
A mensagem termina com um desejo simples e profundo: que o jovem seja lembrado não pela forma como partiu, mas pela dignidade que sempre mereceu. À família e aos amigos, ficam a solidariedade, o respeito e o reconhecimento de uma dor que não pode ser medida.
Descanse em paz.

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