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Ben Shapiro mostra como Biden armou o palco para a invasão de Putin


Título Original: Ben Shapiro Crushes Media Narrative, Shows Point-by-Point How Biden Set the Stage for Putin’s Invasion
Publicado em 22 de fevereiro de 2022
Autor: Joe Saunders
As mesmas pessoas da política americana que, por mais de quatro anos, fingiram acreditar que Donald Trump era um “ativo” do presidente russo, Vladimir Putin, passaram os últimos dias tentando convencer o país de que o mundo está melhor com Joe Biden na Casa Branca.
A mídia social foi inundada de tuítes anti-Trump. Um analista político da CNN, na noite de segunda-feira, elogiou a “liderança” de Biden. Horas antes, um colunista do Washington Post especulou sobre como Putin estaria sentindo falta de Trump na Casa Branca.
Felizmente, comentaristas conservadores, como o inestimável Ben Shapiro, estão por perto para esclarecer as coisas – por meio da fria realidade dos fatos que os progressistas tentam evitar.
Embora não tenha faltado material para atacar Trump no Twitter-verso, Shapiro inicialmente respondeu a uma postagem do superestimado historiador Francis Fukuyama (o cara do “O Fim da História e o Último Homem”), que, grotescamente, alegou que Trump “ficaria do lado da Rússia” quando ela invadisse seu vizinho.
O editor-chefe e fundador do Daily Wire mostrou que a Rússia sob Putin invadiu a Ucrânia por duas vezes, em anos recentes – e nenhuma das invasões ocorreu enquanto Trump estava na Casa Branca.
Na verdade, Biden fazia parte do Poder Executivo nas duas ocasiões – como vice-presidente de Barack Obama e, agora, Deus nos ajude, com ele próprio como comandante-em-chefe.
“A ladainha “Biden está sendo péssimo, mas Trump [seria pior]!” é risível quando o assunto é sobre a Rússia invadindo duas vezes um país – antes e depois de Trump”, disse Shapiro na terça-feira. “Não é uma hipótese. É tão somente a realidade”.
Em seguida, ele encarou os fatos do porquê o mundo está em uma posição em que a Rússia invade um país independente enquanto o Ocidente, impotente, só observa.
Citando a retirada militarmente desastrosa do Afeganistão, capitaneada por Biden, a decisão economicamente desastrosa de desligar o Keystone XL Pipeline (em seu primeiro dia como presidente) e a decisão estrategicamente ineficaz de acenar com sanções ao Nord Stream 2, que ajudará a Rússia a enriquecer com o comércio de gás natural, Shapiro revelou com clareza a verdade:
A administração Biden e os europeus armaram o palco para a beligerância de Putin. E qualquer americano intelectualmente honesto, que acompanhou as últimas notícias, sabe disso.
Essa descrição – particularmente a parte do “intelectualmente honesto” – deixa de fora uma grande porcentagem de usuários do Twitter, os quais reagiram à postagem de Shapiro com revolta, ou deboches, ou tentativas de fingir que a primeira manobra embaraçosa dos Democratas de pedir o impeachment de Trump, por causa de um telefonema com o presidente da Ucrânia, não implicava o desprezo deles pela soberania ou segurança da Ucrânia.
Mas houve quem pegou o sentido da coisa toda.
Um dos aspectos mais capciosos da longa farsa sobre um conluio com a Rússia foi o argumento dos Democratas – instigado pela mídia mainstream – sobre qual lado seria mais durão, em se tratando da Rússia.
Foi Obama, predecessor democrata de Biden, que usou um debate presidencial, em 2012, para ridicularizar o então candidato republicano à Presidência, Mitt Romney, recorrendo à fala de Romney de que a Rússia era o maior inimigo geopolítico do país. (Chris Cillizza, da CNN, finalmente concordou – na terça-feira.)
Foi a administração Obama-Biden que se opôs a Putin, em 2014, quando ele invadiu e anexou o território ucraniano da Crimeia – impondo sanções econômicas que em nada contribuíram para mudar a realidade dos fatos. (O oitavo aniversário ocorrerá em 18 de março – menos de um mês à frente. Com Joe Biden no Salão Oval, Putin sabe do que pode se safar.)
E foi a decisão de Biden de humilhar a si mesmo e ao seu país, com a fracassada saída do Afeganistão, que sinalizou aos Putins do mundo todo que eles não tinham nada a temer os Estados Unidos.
O presidente também estava disposto a cancelar o Keystone XL Pipeline – à custa de milhares de empregos – para aplacar a ala radical de seu partido já radical, efetivamente destruindo a proposta de independência energética dos Estados Unidos e simultaneamente aprovando o gasoduto Nord Stream 2, que torna a Europa Ocidental mais dependente do gás natural russo para fins energéticos.
E foi o partido de Biden – aqueles Democratas do não-dê-moleza-para-os-russos – que, como divulgou a Fox News, obstruíram uma lei do Senado, no mês passado, proposta pelo senador Republicano do Texas, Ted Cruz, que penalizaria autoridades europeias e principais empresas envolvidas no projeto.
Às vezes, a hipocrisia é de tirar o fôlego.
Os “aliados” dos Estados Unidos na Europa Ocidental também têm culpa, como observou Shapiro. Decididos a destruir seus próprios setores de energia, eles basicamente entregaram seus poderes econômicos à Rússia revanchista de Putin. (A sempre tão liberal Alemanha simplesmente fechou, em janeiro, 3 de suas 6 usinas remanescentes de energia nuclear, conforme divulgado pela ABC News.)
Não se trata de um debate sobre uma contínua presença militar americana no Afeganistão, nem sobre o acordo de Trump com o Talibã para uma retirada – trata-se do espetáculo humilhante de a única superpotência remanescente no mundo se permitir ser enxotada de um país, por uma gangue criminosa de terceiro mundo – e deixando para trás bilhões em armamentos, como presente de despedida.
Acima de tudo, trata-se de fraqueza – militar, política e econômica – que nada faz além de incentivar apropriações violentas de terras, como a que está ocorrendo na Europa Oriental neste momento em que escrevo o artigo – e apropriações de terras na Ásia, em que a irresponsável política externa de Biden nada faz além de implorar.
E trata-se do mesmo consórcio Democrata de mídias mainstream – como Joe Lockhart da CNN ou Eugene Robinson do Washington Post – que continuará tentando convencer os americanos de que o septuagenário senescente, na Casa Branca, é forte o suficiente para o trabalho.
Os americanos estão vendo além – seja assistindo aos desastres que se desenrolam no exterior, seja assistindo às políticas de Biden fazendo estragos dentro de casa, com inflação exorbitante e invasão de imigração ilegal.
Há fatos dos quais nem mesmo os progressistas podem fugir para sempre.
E os conservadores precisam se lembrar deles nas eleições de novembro.
*Joe trabalhou mais de 30 anos como repórter, revisor e editor em meios noticiosos da Pensilvânia, West Virginia e Flórida. Está na Liftable Media desde 2015.
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