“Muito cuidado para você não acabar sendo visto como um colaborador do regime de exceção”, disse, em referência à Lei Magnitsky, legislação norte-americana que permite sanções contra quem apoia violações de direitos humanos.
O parlamentar acusou Paulinho de ter sido colocado na relatoria para “enterrar a anistia ampla, geral e irrestrita” e atacou a reunião do relator com os ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Aécio Neves (PSDB). Eduardo afirmou que não confia em ambos e os acusou de agir em alinhamento com o ministro Alexandre de Moraes:
“Vocês não vão impor à força essa falsa pacificação, que só serve para manter todos os crimes cometidos por Alexandre de Moraes.”
A disputa em torno do tema deve intensificar os debates no Congresso, uma vez que parte da base bolsonarista insiste na aprovação de uma anistia completa, enquanto outros parlamentares trabalham por uma solução intermediária.

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