A confusão envolvendo o deputado distrital Fábio Felix (PSOL) e policiais militares durante um bloco de Carnaval no Setor Comercial Sul ganhou um novo capítulo e esquentou ainda mais o debate nas redes sociais. Quem entrou no caso foi o deputado Hermeto, policial militar de carreira, que decidiu se posicionar publicamente em defesa da atuação da Polícia Militar do Distrito Federal.
Segundo Hermeto, ele fez contato direto com os policiais que estavam na ocorrência e recebeu o relato de que a ação começou após os cães farejadores identificarem possível presença de entorpecentes no local. Ainda de acordo com as informações repassadas a ele, a responsável pelo bloco teria reagido de forma exaltada à abordagem policial, o que elevou a tensão no momento da ação.
Diante da repercussão, Hermeto criticou duramente a postura de Fábio Felix, que teria tentado dar voz de prisão aos policiais durante a ocorrência. Para o deputado, naquele momento Felix estava na condição de folião, e não exercendo função institucional que justificasse tal atitude.
Hermeto afirmou que a atuação da PM foi necessária e proporcional, destacando que o uso de drogas não é permitido pela legislação brasileira e que a polícia tem o dever legal de agir sempre que houver indícios de irregularidade. Na visão do parlamentar, a intervenção policial foi técnica, legítima e voltada à preservação da ordem pública e da segurança dos foliões.
O deputado também parabenizou os militares envolvidos, ressaltando que, em cenários de aglomeração e risco potencial, decisões rápidas e firmes fazem parte do trabalho operacional. Para ele, deslegitimar a ação policial em um momento de tensão apenas contribui para enfraquecer a autoridade das forças de segurança.
Hermeto ainda pontuou que não existe hierarquia política sobre a atuação policial em serviço. Segundo ele, nenhum agente público está acima da lei e todos devem respeitar a atuação das forças de segurança quando estas estão cumprindo seu dever constitucional.
O episódio ampliou o debate sobre limites de atuação de autoridades em ocorrências policiais e sobre o respeito institucional às corporações que atuam diretamente na linha de frente da segurança pública no Distrito Federal.

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