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Valdemar solta a bomba: três nomes decidem o futuro de Flávio Bolsonaro


A possível candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto só sai do papel se três nomes entrarem de vez na campanha. Quem diz isso é o próprio presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
Segundo ele, Flávio precisa do apoio direto de Michelle Bolsonaro, do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e do deputado Nikolas Ferreira. Para Valdemar, esse trio é decisivo porque tem voto, influência e capacidade de mobilizar gente nas ruas e nas redes.
Michelle seria essencial para dialogar com o eleitorado feminino. Tarcísio pesa por comandar o maior colégio eleitoral do país. Já Nikolas virou um fenômeno entre jovens e conservadores, com alcance nacional.
Dentro do PL, porém, há quem critique a postura de Tarcísio. Parte do partido acha que o governador anda distante das articulações em torno de Flávio. Valdemar minimiza o ruído e garante que não há traição nem jogo duplo. Diz que Tarcísio pode até não ser um político tradicional, mas é leal e não vai virar as costas para Bolsonaro.
Michelle, por enquanto, evita falar publicamente sobre o assunto. Mas seu peso político ficou claro recentemente, quando criticou a decisão do PL de apoiar Ciro Gomes no Ceará. A reação foi tão forte que o partido acabou recuando.
Nikolas Ferreira, por sua vez, segue ampliando espaço. Aos 29 anos, ele se consolidou como uma das principais vozes da direita. Eleito com 1,47 milhão de votos em 2022, está entre os deputados federais mais votados da história. Recentemente, chamou atenção ao liderar uma marcha de 240 km até Brasília, reunindo milhares de apoiadores.
Valdemar afirma que Flávio Bolsonaro deve começar a apresentar suas propostas depois do Carnaval. A estratégia é sair do círculo fechado do bolsonarismo e buscar alianças mais amplas, especialmente com PP e União Brasil. Um desses partidos pode, inclusive, indicar o vice.
No recado final, Valdemar foi direto: a campanha vai tentar evitar temas que afastem eleitores. Segundo ele, o clima no país é de cansaço com brigas e radicalismos. O foco agora é ampliar apoio e reduzir ruído.

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