A Petrobras elevou em mais de 54% o preço do querosene de aviação (QAV), um dos principais custos das companhias aéreas. O reajuste, que já está valendo, acendeu um alerta imediato no setor.
Na prática, o aumento representa cerca de R$ 5,49 a mais por litro e pode desencadear um efeito em cadeia que chega direto ao consumidor.
Pressão direta nas passagens
O combustível é um dos maiores gastos das empresas aéreas. Com a alta repentina, cresce a expectativa de repasse para o preço das passagens.
Nos bastidores, o clima é de preocupação. Companhias avaliam impacto nas rotas e já monitoram possíveis ajustes tarifários.
Reajuste pesado em todo o país
Os aumentos ultrapassam 55% em diversos polos estratégicos:
- Guarulhos (SP): +55,2%
- Rio de Janeiro (RJ): +55,2%
- Fortaleza (CE): +55,0%
- São Luís (MA): +55,9%
A variação depende da base e da logística de entrega, mas o impacto é nacional.
Por que subiu tanto?
A Petrobras afirma que o reajuste segue contratos com distribuidoras e reflete condições de mercado. Diferente da gasolina, o QAV tem atualização mensal, o que torna os preços mais voláteis.
E agora?
Com a alta expressiva, o setor aéreo entra em modo de alerta. O temor é de redução de competitividade, pressão nas tarifas e impacto no turismo.
Para o passageiro, a dúvida é direta:
viajar vai ficar mais caro?

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