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General parte pra cima de Marcel na Câmara e leva resposta na hora: “Frouxo!”


 
Um episódio tenso dentro da Câmara dos Deputados do Brasil colocou frente a frente um general do Exército e um deputado federal, gerando forte reação política e institucional.
O caso envolve o deputado Marcel van Hattem e o general Emílio Vanderlei Ribeiro, chefe da assessoria parlamentar do Exército Brasileiro.
Segundo relato divulgado pelo deputado Cabo Gilberto Silva, líder da oposição na Câmara, o general teria tentado intimidar Marcel dentro das dependências do Parlamento.
Durante o episódio, registrado em vídeo, o militar teria afirmado que “com ele eu vou pra guerra”, em referência ao comandante do Exército, Tomás Ribeiro Paiva.
A fala foi interpretada como uma postura incompatível com o ambiente institucional da Câmara e gerou reação imediata.

Acusação de intimidação
A liderança da oposição classificou o episódio como grave e apontou possível tentativa de constrangimento a um parlamentar no exercício do mandato.
Pela Constituição, deputados federais possuem inviolabilidade por suas opiniões, palavras e votos. Qualquer tentativa de pressão ou intimidação dentro do Parlamento levanta questionamentos sobre respeito à separação entre os Poderes.

Reação imediata
Durante o momento de tensão, o deputado Marcel van Hattem reagiu de forma direta, chamando o general de “frouxo”, o que ampliou ainda mais a repercussão do caso nas redes sociais.
O vídeo rapidamente começou a circular, intensificando o debate sobre os limites da atuação de membros das Forças Armadas em ambientes políticos.

Pedido de afastamento
Diante da situação, Cabo Gilberto Silva pediu o afastamento imediato do general Emílio Vanderlei Ribeiro de suas funções, até a conclusão das apurações.
A oposição afirma que o episódio não pode ser tratado como um fato isolado e cobra uma resposta institucional.

Debate aberto
O caso reacende discussões sobre o papel das Forças Armadas no ambiente político e os limites da atuação de seus integrantes dentro de espaços democráticos.
A repercussão deve continuar nos próximos dias, tanto no meio político quanto nas redes sociais.

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