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AMEAÇAS DE MASSACRE EM ESCOLAS DO DF SÃO FRUSTRADAS PELA PCDF

 

 
Investigações sigilosas identificaram adolescentes que faziam ameaças contra instituições de ensino em diferentes regiões do Distrito Federal
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) impediu, nos últimos meses, que ameaças direcionadas a escolas públicas e particulares do Distrito Federal evoluíssem para possíveis ataques. As ações foram conduzidas de forma sigilosa pela Divisão de Prevenção e Combate ao Extremismo Violento (DPCEV), com apoio de outras unidades especializadas da corporação.
As investigações envolveram monitoramento de redes sociais, análise de publicações e diligências preventivas para identificar pessoas que divulgavam mensagens com ameaças contra comunidades escolares.
Em um dos casos, um adolescente utilizou um perfil em rede social para anunciar um suposto ataque contra uma escola particular de Taguatinga, indicando inclusive uma data para a ação. Após identificar a publicação, a PCDF iniciou o monitoramento e adotou medidas preventivas em conjunto com a Delegacia da Criança e do Adolescente II (DCA II), evitando qualquer desdobramento da ameaça.
Outro episódio ocorreu em Ceilândia, onde uma adolescente foi identificada como responsável por mensagens publicadas em uma plataforma digital nas quais ameaçava promover um massacre em uma unidade de ensino. Segundo a investigação, as postagens mencionavam ataques contra alunos e professores e faziam referência ao incêndio das instalações da escola.
Diante da gravidade das publicações, equipes da DPCEV realizaram diligências na residência da adolescente. Embora não tenham sido encontrados meios materiais para a execução das ameaças, a jovem foi encaminhada à DCA II, onde foi instaurado o procedimento legal para apuração do ato infracional.
Em uma terceira ocorrência, outra adolescente publicou nas redes sociais mensagens afirmando que buscaria "fama" ao atacar estudantes de uma escola de ensino fundamental em Ceilândia utilizando arma de fogo. A atuação preventiva da Polícia Civil permitiu a identificação da autora e a adoção das medidas necessárias antes que qualquer ação fosse colocada em prática.
Segundo a PCDF, o trabalho de inteligência e monitoramento contínuo tem como prioridade identificar rapidamente ameaças dirigidas ao ambiente escolar, permitindo intervenções antes que situações de risco se concretizem.
A corporação destaca que o combate ao extremismo violento exige atuação integrada entre investigação, inteligência e prevenção, reforçando a importância da colaboração da população no encaminhamento de denúncias sobre publicações ou comportamentos que indiquem risco à segurança de estudantes, professores e demais profissionais da educação.

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