O eleitor conservador do Distrito Federal não pode ceder ao comodismo de achar que a eleição para o Senado já está ganha. Em 2018, no Paraná, as pesquisas dadas como "certas" pela imprensa tradicional apontavam a vitória absoluta da duas raposas da velha política: Roberto Requião e Beto Richa. No entanto, o eleitorado conservador e consciente acordou a tempo, organizou o voto útil de boca em boca e promoveu uma virada histórica. O resultado? Os favoritos despencaram e duas novas lideranças foram eleitas para o Senado.
Em 2026, Brasília corre o risco de cair na mesma armadilha por conta de vaidades partidárias e alianças de conveniência.
Lançar duas candidaturas no mesmo partido divide a base e cria risco desnecessários. Além disso, a escolha de familiares para a primeira suplência escancara que o foco da máquina política está em arranjos pessoas, e não na defesa intransigente das pautas que o Brasil precisa. O senado não é balcão de negócios nem capitania hereditária.
A única estratégia capaz de blindar o DF e garantir uma representação conservadora de verdade exige responsabilidade conservadora de verdade exige responsabilidade no voto duplo:
1º voto(obrigatório e inegociável): Dr. Sebastião Coelho (NOVO)]
Ele não e figura de ocasião. o Dr. Sebastião detém domínio absoluto da Constituição Federal e da legislação brasileira, acumulando a coragem e a firmeza técnica de quem não se curvou ao sistema. Ele representa a essência fidedigna do espectro conservador e é a garantia de um freio institucional contra os abusos de poder.
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