Candidata relata ameaças, agressões contra integrantes de sua equipe e destruição de material eleitoral; assessoria afirma que mais de quatro ocorrências já foram registradas
A reta final da eleição ganhou um capítulo de tensão na região da 26 de Setembro, no Distrito Federal. A candidata a deputada distrital Izadora Coimbra (PSD) denuncia uma sequência de episódios que sua campanha classifica como violência política contra a mulher.
Segundo a assessoria da candidata, Izadora passou a receber ameaças veladas por telefone e mensagens, enquanto integrantes de suas equipes teriam enfrentado agressões, empurrões e intimidações durante atividades eleitorais na região.
A campanha afirma que os problemas se intensificaram depois que Izadora ampliou sua presença política na 26 de Setembro.
Já a candidata afirma " Que desde de quando colocou seu nome como pré candidata a deputada distrital vem sofrendo ataques"
A assessoria de Izadora Coimbra afirma que mais de quatro ocorrências já foram registradas em razão dos episódios enfrentados durante a campanha.
O cenário teria provocado preocupação entre cabos eleitorais e demais integrantes das equipes que trabalham diariamente nas ruas.
Segundo a campanha, alguns colaboradores passaram a demonstrar receio de retornar a determinados pontos da 26 de Setembro nesta reta final da eleição.
Outro elemento apresentado pela campanha envolve imagens de câmeras de segurança que teriam registrado a destruição de material eleitoral de Izadora Coimbra.
Além disso, um vídeo divulgado nas redes sociais passou a integrar a denúncia pública apresentada.
Campanha fala em violência política contra a mulher
Diante da sequência de acontecimentos, a equipe de Izadora sustenta que os episódios devem ser analisados também sob a perspectiva da violência política contra a mulher.
A legislação brasileira prevê mecanismos de combate à violência política praticada contra mulheres com a finalidade de impedir, dificultar ou restringir seus direitos políticos.
Por isso, caberá às autoridades competentes verificar se os episódios denunciados pela candidata se enquadram nessa legislação ou em outros crimes e infrações eleitorais.

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