PORQUE BOLSONARO ESTAVA CERTO SOBRE A PANDEMIA

Por Bernado Küster
O diretor de opinião do BSM, Bernardo Pires Küster, mostra a verdade sobre a curva do vírus e os efeitos do confinamento. Você não verá essa análise na grande mídia
1. Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, o pico de óbitos por Covid por data de OCORRÊNCIA, e não de notificação, foi na metade de MAIO. Estamos em constante queda, principalmente a partir do final de junho. E ainda tem quem queira fechar tudo de novo!
2. Detalhe importante: o pico de contaminação deve ter sido entre o fim de abril e começo de maio, uma vez que em média os infectados morrem após 18 dias. Lembrando: o pico de contaminação é diferente do pico de notificação de contagiados, porque o último depende de testagem.
3. Se olharmos o número de óbitos por data de NOTIFICAÇÃO e não por data de ocorrência, como no gráfico anterior, o efeito visual é muito mais midiático e a coisa parece mais grave, ainda que, aparentemente, tenha atingido um platô. A escolha do gráfico é fundamental
4. Lembrando que há uma GRANDE diferença entre o dia em que a pessoa morreu e a data em que o óbito foi confirmado pelos exames (e publicizado), que varia de 2 a 16 dias dependendo da região, conforme mostra este gráfico do Ministério da Saúde.
5. Observe bem o gráfico do Ministério da Saúde e veja a relação entre mortos por vírus chinês, comorbidades e idade. A tese de que o vírus é mais perigoso para idosos e portadores de outras doenças se demonstra cada vez mais.
6. O problema, talvez insolúvel, é determinar com precisão quantas das mortes contabilizadas foram causadas diretamente por Covid quantas o vírus foi apenas um fator agravante e em quantas a pessoa morreu COM o vírus, mas não PELO vírus. Creio que jamais teremos esta resposta.
7. O número de casos confirmados sobe na medida em que a testagem em massa aumenta, o que deixa mais precisa a taxa de mortalidade. No nosso caso a taxa de  mortalidade se REDUZ cada vez mais, estando hoje em torno de 6% (e deve diminuir) . O número de óbitos, porém, não acompanha a mesma tendência.
8. Enquanto isto, mais de 80 milhões de pessoas, segundo a própria ONU, serão MUITO afetadas e passarão fome em função da perda de renda (desemprego/redução salarial), aumento dos preços de alimentos e a chamada “interrupção das cadeias de suprimentos”. Tudo pelo confinamento.
9. Quer mais? Outro estudo, desta vez de Oxford, apontou mais uma vez o impacto inevitável de uma paralisação brusca, questionada desde o princípio por diversos gênios da epidemiologia, como Dr. John Ioannidis.
10. E quem alertou para a necessidade de termos um equilíbrio entre medidas sanitárias e manutenção da economia para preservamos mais vidas?
Fonte: Brasil Sem Medo

Um comentário:

  1. Interessante o texto, só tem um problema. Se olharmos os números por dia da morte estamos olhando um quadro distorcido, pelo seguinte: esse gráfico retrata, principalmente, nos dias mais próximos de 4 de julho, números muito abaixo do real porque existem muitas mortes em investigação. É bem provável que em 15 dias o número de mortes cresça nesses dias e o gráfico tome uma forma muito próxima ao relacionando mortes pela data de notificação.

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Obrigado pela sugestão.

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