O deputado distrital Roosevelt Vilela (PL) fez um apelo contundente nesta terça-feira (8), durante sessão plenária da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), pedindo urgência na votação do Projeto de Lei nº 1211/2024, que torna obrigatória a instalação de câmeras de videomonitoramento em todas as escolas públicas e privadas do DF — inclusive dentro das salas de aula.
De autoria de Roosevelt em conjunto com o deputado Thiago Manzoni (PL), o projeto visa reforçar a segurança de alunos, professores e funcionários, criando uma rede de vigilância permanente que auxilie na prevenção de casos de violência, abusos e ameaças no ambiente escolar.
“Nós precisamos agir antes que novos casos aconteçam. As câmeras são uma ferramenta de proteção e justiça, tanto para as crianças quanto para os profissionais da educação”, destacou Roosevelt, em discurso firme no plenário.
De autoria de Roosevelt em conjunto com o deputado Thiago Manzoni (PL), o projeto visa reforçar a segurança de alunos, professores e funcionários, criando uma rede de vigilância permanente que auxilie na prevenção de casos de violência, abusos e ameaças no ambiente escolar.
“Nós precisamos agir antes que novos casos aconteçam. As câmeras são uma ferramenta de proteção e justiça, tanto para as crianças quanto para os profissionais da educação”, destacou Roosevelt, em discurso firme no plenário.
O projeto e seus objetivos
O texto do PL 1211/2024 determina que todas as instituições de ensino públicas e particulares do DF instalem câmeras de videomonitoramento em áreas comuns e nas salas de aula. As imagens deverão ser armazenadas por tempo determinado e disponibilizadas às autoridades competentes quando necessário.
A proposta foi motivada pelos recorrentes episódios de violência, bullying, assédio e até casos de abuso sexual em escolas do Distrito Federal e de outras regiões do país, que expuseram a falta de mecanismos eficazes de prevenção e controle.
“Esse projeto é sobre proteger vidas. Estamos falando da integridade das nossas crianças e da tranquilidade dos pais que confiam seus filhos às escolas”, reforçou o parlamentar.
Polêmica e resistência política
Durante a sessão, parlamentares da esquerda se posicionaram contra a votação imediata, o que acabou adiando a tramitação da proposta. O deputado Rogério Morro da Cruz (PRD) também votou contra a inclusão do projeto na pauta do dia.
Roosevelt lamentou a postura dos colegas e cobrou responsabilidade diante do tema:
“É inadmissível tratar esse assunto com descaso. Esperamos que o bom senso prevaleça. O projeto precisa ser votado com urgência, porque a violência não espera.”
A proposta será novamente discutida no Colégio de Líderes da CLDF na próxima terça-feira, quando deverá receber nova análise e possivelmente seguir para votação em plenário.
Segurança nas escolas em debate
Nos últimos meses, o Distrito Federal registrou casos de agressões físicas, ameaças e denúncias de assédio sexual em unidades de ensino, reacendendo o debate sobre a necessidade de câmeras como instrumento de proteção e transparência.
A proposta de Roosevelt e Manzoni acompanha uma tendência nacional: diversos estados, como São Paulo, Goiás e Paraná, já estudam projetos semelhantes para garantir monitoramento contínuo e coibição de abusos dentro das escolas.
Além de prevenir crimes, especialistas afirmam que o uso de câmeras pode coibir falsas acusações, registrar situações de emergência e proteger tanto alunos quanto educadores.
Compromisso com a segurança e com as famílias
Com a bandeira da segurança pública como uma de suas principais pautas, Roosevelt Vilela tem sido uma das vozes mais ativas na defesa de medidas que garantam proteção efetiva às famílias do DF.
“Não estamos falando de política, estamos falando de vidas. Segurança nas escolas é um dever do Estado e um direito das nossas crianças”, concluiu o parlamentar.

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