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Brasil defende a entrada do Irã no BRICS

O presidente Lula (PT) e os líderes Xi Jinping (China), Cyril Ramaphosa (África do Sul) e Narendra Modi (Índia) estão reunidos em Joanesburgo para as negociações sobre como se dará a expansão da entidade.                    
Até a terça-feira (22), a lista de candidatos fortes era composta por Argentina, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Egito e Indonésia.                    
Segundo interlocutores, a Indonésia manifestou aos sócios atuais do Brics que gostaria de discutir seu ingresso num outro momento. Dessa forma, além da inclusão do Irã, os países estão debatendo a entrada de mais um país africano, para seguir um critério de equilíbrio geográfico.
Ao todo, mais de 20 países manifestaram interesse em entrar no bloco.                    
Na manhã desta quarta-feira (23), o assessor internacional da Presidência, embaixador Celso Amorim, disse que primeiro serão definidos os novos membros e, depois, os critérios.                    
"Esse negócio de critérios, sabe... Você escolhe os países e aí depois você define os critérios", disse Amorim.
"Os países que estão colocados ali. Não vou dizer que é um critério absoluto, mas é natural que você procure algum equilíbrio geográfico. Países que representem uma certa diversidade, mas o Brasil não tem problema com nenhum dos nomes que estão colocados", completou.                    
Amorim acompanhou Lula na restrita reunião com os demais líderes que ocorreu na noite de terça.     
Folha de SP
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