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Nikolas diz que minuta é antiga e irrelevante, e critica imprensa

Parlamentar comentou documento encontrado em sala de Bolsonaro na sede do PL
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou a cobertura feita pela imprensa em relação à suposta minuta de um decreto de estado de sítio encontrada pela Polícia Federal na sala do ex-presidente Jair Bolsonaro, na sede do Partido Liberal (PL), nesta quinta-feira (8). Nos stories de seu perfil no Instagram, o parlamentar disse que o documento é antigo e já conhecido da imprensa, a quem chamou de “canalhas”.
– Resumindo: a tal “minuta do golpe” achada no gabinete do Bolsonaro era um documento irrelevante, antigo e já conhecido pela imprensa, que o Bolsonaro imprimiu para ter conhecimento sobre. Ainda assim, a imprensa divulgou como se fosse uma nova “minuta do golpe”. Canalhas x1000 – escreveu Nikolas em postagem publicada na manhã desta sexta (9).


Em um vídeo divulgado na noite desta quinta, o advogado Paulo Cunha Bueno, que faz parte da defesa de Bolsonaro, já havia destacado a informação. De acordo com Bueno, a suposta minuta fazia parte da investigação “há tempos” e foi enviada por ele ao ex-presidente em outubro de 2023, para que Bolsonaro tomasse conhecimento do conteúdo, que era desconhecido por ele até então.
– Referido documento não se tratava e não vinculava o ex-presidente de forma alguma a um golpe de Estado. Tratava-se sim de uma minuta que se encontrava armazenada no telefone celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens, e que, por ocasião de sua prisão, havida em maio do ano passado, foi objeto de apreensão – resumiu o advogado.

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