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Flávio manda recado direto ao PCC e CV: “Metam o pé do Brasil”

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elevou o tom contra o crime organizado e afirmou nesta terça-feira que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) deveriam “meter o pé do Brasil” antes de uma eventual mudança de governo em 2027.
Durante discurso na Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, promovida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o senador fez uma fala dura sobre segurança pública.
“Marginais de CV e PCC, ouçam: metam o pé do Brasil até dezembro deste ano, porque senão, a partir do ano que vem, vai todo mundo ser preso ou neutralizado pelas nossas polícias. Marginal não vai ter mais vez aqui no Brasil”, declarou.

 

Ministério da Segurança Pública
Flávio também anunciou a intenção de criar um Ministério da Segurança Pública com orçamento próprio, caso seja eleito presidente.
Segundo ele, a proposta prevê maior integração entre municípios, estados e União, além de investimentos em:
📌 inteligência artificial
📌 monitoramento urbano
📌 reconhecimento de veículos roubados
📌 identificação de foragidos da Justiça
📌 capacitação das forças policiais
“Vamos ter pela primeira vez no Brasil um Ministério da Segurança Pública, com um orçamento grande”, afirmou.

Guardas municipais ganham destaque
O senador também defendeu o fortalecimento das guardas municipais, recentemente reconhecidas como polícias municipais.
Segundo Flávio, essas corporações terão papel relevante no enfrentamento à criminalidade.
“As guardas municipais têm um papel fundamental em ajudar no combate à criminalidade”, afirmou.

Críticas indiretas à esquerda
Ao longo do discurso, o parlamentar fez críticas indiretas a governos do PT e citou a Bahia como exemplo negativo na segurança pública.
Flávio associou o avanço do crime organizado à falta de integração tecnológica, burocracia estatal e ausência de investimentos em inteligência policial.
A fala ocorre em meio ao início das movimentações políticas para as eleições presidenciais de 2026, quando a segurança pública tende a voltar ao centro do debate nacional.

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